segunda-feira, 23 de maio de 2011

Japão desenvolve tecnologias para tranquilizar consumidores


Os consumidores japoneses não sabem para que santo apelar: a crise econômica mudou seus hábitos, e eles se sentem fragilizados; por outro lado, ao invés de buscarem coisas que apenas os divirtam e fascinem, estão mais interessados em tecnologias que os tranquilizem - e é justamente neste nicho que os fabricantes de eletrônicos do país estão investindo.
Nos telefones celulares, já se tornaram populares serviços que enviam mensagens do tipo "seu filho chegou bem à escola", "a vovó saiu de casa" ou "vai chover daqui a dez minutos, não esqueça de seu guarda-chuva".
Isto, no entanto, é apenas o começo: redes dotadas de sistemas de identificação e localização de todo tipo estão evoluindo rapidamente para prever ou prevenir cada vez mais e melhor - e deixar os japoneses mais calmos.
"Através de um sistema de etiquetas eletrônicas ativas conectadas a uma rede, os usuários recebem automaticamente informações, e em função de sua localização precisa, informações sobre seus parentes ou sobre um acontecimento de seu interesse", explica um pesquisador da Panasonic.
No Japão, onde a população de idosos é grande e cresce rapidamente, onde os pais dão enorme importância à vigilância de seus filhos e onde terremotos e outras catástrofes naturais são frequentes, estes dispositivos são considerados fonte de tranquilidade e bem-estar social.
"Seu coração está batendo muito rápido, caminhe mais devagar", "você engordou um quilo esta semana, talvez devesse comer mais verduras e beber menos cerveja": cada vez há mais aparelhos capazes de dar conselhos pessoais sobre a saúde e os hábitos de seus usuários.
"Se você instalar pequenos sensores no corpo de uma pessoa, é possível acompanhar sua condição física de maneira permanente, e dar recomendações benéficas para sua saúde e - no fim das contas - para a sociedade", indica o presidente da Panasonic, Fumio Ohtsubo.
Pensando da mesma forma, a companhia especializada em eletrônica Oki criou um sensor que pode ser fixado no braço e permite, por exemplo, analisar se a pessoa está realizando sua sequência diária de exercícios físicos corretamente - esta série é divulgada há anos em uma estação de rádio japonesa.
Em outra iniciativa semelhante, a maior operadora de telecomunicações móveis do Japão, a NTT Docomo, se associou a vários fabricantes de balanças pessoais e outros aparelhos de medição física para oferecer um serviço de controle do peso e de medidas corporais de toda a família.
Assim, qualquer um pode saber como anda sua saúde através de seu telefone celular ou computador pessoal.
Por outro lado, os aparelhos eletrodomésticos prometem se tornar cada vez mais inteligentes - muito mais do que os consumidores que deixam a luz de um quarto acesa depois de sair.
Graças a sensores de presença e contexto, as luzes não só são capazes de apagar automaticamente se não há ninguém no recinto, mas também de se comunicar com outros eletrodomésticos como a televisão e o ar-condicionado para registrar uma situação e se adaptar instantaneamente a ela.
"Assim, as lâmpadas e o ar-condicionado se ajustarão automaticamente se a pessoa estiver sentada no sofá e se a TV estiver ligada", afirma Ohtsubo.
O consumidor japonês continua exigente, e aprecia possuir bens de consumo de marcas famosas e de alta complexidade técnica, mas presta cada vez mais atenção às vantagens de ordem prática que eles podem oferecer.
"O cliente precisa se sentir seguro, e quer produtos confiáveis que tenham um valor de utilização real", estima OHTSUBO.
                                                                            Fonte: tecnologia.terra.com.br

Japão aposta na tecnologia e quer parceria com o Estados Unidos

O Japão aposta na tecnologia e na aliança militar com os Estados Unidos para enfrentar os desafios do futuro, como a ascensão da China e da Índia, a luta política interna, o envelhecimento e o declínio de sua população, afirmou na quarta-feira, 5 de dezembro, no Rio, o professor Yukio Okamoto, assessor do governo japonês.
Há pouco mais de dois, o país tem um novo chefe de governo. Yasuo Fukuda, de 71 anos, é o 30º primeiro-ministro do Japão no pós-guerra.
“As previsões são de que será um governo breve. Acho que estão errados”, previu o professor Okamoto, em palestra na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) sobre Os Desafios do Governo Fukuda e o Futuro da Tecnologia do Japão.
Com um apoio popular de 53%-58%, é o quarto primeiro-ministro mais popular desde 1945.
Quem ficou mais tempo no poder foi Eisaku Sato (1964-72). Sosuke Uno (1989) durou apenas apenas três meses. Na média, cada primeiro-ministro japonês governou de um a dois anos.
“Se Fukuda ganhar a próxima eleição, e ele tem um problema de idade [71], ficará mais tempo do que a média”, previu Okamoto. “É um cara descontraído, não tem idéias extremadas. Foi chefe da Casa Civil do governo Junichiro Koizumi (2001-2006), meu chefe. Conheço-o muito bem. É uma pessoa prática.”
Na Câmara dos Representantes, Yasuo Fukuda, filho do primeiro-ministro Takeo Fukuda (1976-78), tem uma maioria confortável. Com a coligação do Partido Liberal-Democrata com o budista Komeito (Partido do Governo Limpo), tem dois terços dos deputados. Mas, na Câmara dos Conselheiros (Senado), o PLD perdeu sua maioria pela primeira vez nas eleições de julho para o Partido Democrático do Japão.
Como o parlamento ficará dividido por mais seis anos, tempo dos mandatos senatoriais no Japão, será difícil tomar iniciativas ousadas. “O mundo muda rapidamente, e o Japão está atolado em conflitos internos”, lamenta Okamato.
DE VOLTA À GUERRA
“Será difícil mandar a Marinha do Japão de volta para o Oceano Índice colaborar nas operações antiterroristas de combate aos tráficos de armas e de drogas”, observa o assessor do governo Fukuda.
O Afeganistão produz 93% do ópio do mundo. A droga é trocada por armas no Nordeste da África. Uma frota internacional patrulha o Índico, e o Japão usava seus navios de reabastecimento para levar combustível e suprimentos para essa frota.
Para o Japão, foi uma iniciativa histórica, uma medida ousada de Koizumi. Mas o PDJ de Ichiro Osawa declarou que era inconstitucional. A autorização expirou e, sem uma nova lei, o Japão não pode voltar lá.
“Estive no Afeganistão. Nunca tinha visto um país tão pobre na Ásia. Sob o regime dos Talebã, as meninas não iam à aula. Agora, estão felizes de ir à escola. Mas a escola não tem mesas, nem cadeiras, nem quadro-negro”, constatou o professor japonês.
“Temos de ajudar esse país pobre, colaborando no combate à insurgência e ao terrorismo. O Japão tem a obrigação de contribuir.”
Há um ano, havia forças especiais japonesas no Iraque. Foi uma decisão política controvertida de Koizumi, que se propôs a tirar o Japão da crise tornando-o um país normal. O envio de forças terrestres ao Iraque foi a primeira operação de combate do Exército do Japão depois de 1945.
“A Ásia está mudando rapidamente. O Japão era a única potência; agora, temos a China e a Índia. É preciso passar de um pseudojogo de soma zero para um jogo em que todos ganhem”, propõe.
FANTASMAS DO PASSADO
Em 2005, houve as maiores manifestações antijaponesas na China. “Mais de 70% dos chineses não gostam do Japão, odeiam o Japão. A hostilidade é maior entre as novas gerações do que entre os velhos”, nota Okamoto.
“É uma questão de educação. Eles dizem que o Japão matou 20 milhões de chineses na Segunda Guerra Mundial. Não sei quantos milhões foram. São atrocidades do passado. Temos de olhar para o futuro”, disse o professor, em tom conciliatório.
“Para muitos japoneses, a guerra começou em 8 de dezembro de 1941”, dia do ataque à frota americana no Oceano Pacífico, em Pearl Harbor, no Havaí.
“O Japão foi severamente punido e penalizado”, recorda o assessor governamental. “Em Tóquio, 100 mil pessoas foram mortas em uma noite de bombardeio americano, um recorde mundial. Sessenta e seis cidades japonesas foram arrasadas. Mais de 800 mil civis e 2,4 milhões de soldados foram mortos. Essa é a percepção do povo japonês sobre a guerra.”
“Temos de entender a realidade. A guerra com a China começou em 1931, quando o Exército do Japão explodiu a Ferrovia da Mandchúria”, ocupou essa região e impôs o regime-fantoche de Mandchukuo. Em 1937, o incidente da Ponte Marco Pólo marca o início da guerra no resto da China, embora o Japão já tivesse invadido outras regiões a Oeste de Beijim.
“Para os chineses, eles sustentaram a guerra de 1931-41, e aí entraram os EUA. Nos anos anteriores, o Japão era o agressor; a China, a vítima”, resume o professor.
Na sua opinião, “nenhum incidente ou batalha isolada de que o Japão tenha participado poderia ter mudado a História de Segunda Guerra Mundial. Estava encrustrado no pensamento militar japonês que a única maneira de um pequeno país formado de ilhas sobreviver era se tornar um Estado continental.”
Resultado: “Não ensinamos a nossas crianças o que fizemos na China. A História do Japão não conta nada disso, aprofundando o fosso entre China e Japão, especialmente entre os jovens.
Como o próximo Congresso do Partido Comunista Chinês será em 2012, os atuais líderes ficam o cargo pelo menos até lá. Será a sexta geração de líderes da República Popular da China. É preciso se entender com eles. É um dos objetivos prioritários do governo Fukuda, que abandona definitivamente a hostilidade de Koizumi.
A China cresce pelo menos 8% ao ano há duas décadas. No ano passado, foram 11%; o Japão cresceu 1%. Em 10 anos, a economia da China terá dobrado. Neste ritmo, em 50 anos, terá crescido 68 vezes.
Desde 1956, o Japão cresceu cresceu 11 vezes.
PARCERIA COM O BRASIL
“Teremos de contar com o Brasil”, sustentou Yukio Okamoto. “Não temos recursos naturais. A China consome hoje 47% do cimento do mundo, 30,5% do minério de ferro e 9% do petróleo. O lado obscuro do desenvolvimento é a poluição. A poluição da China cobre o céu do Japão.”
A China gasta sete vezes mais energia do que o Japão para produzir a mesma coisa. Sem transferência de tecnologia, o céu japonês continuará turvado.
“O Japão é cercado de grandes países”, raciocina o professor, analisando a vulnerabilidade de seu país. “O Exército do Japão é menor que os da Tailândia e de Mianmar. A China tem 2,3 milhões de soldados”. Por isso, ele considera a aliança com os EUA essencial ao Japão.
“A China está formando uma Marinha de alto-mar”, assinala Okamoto. “Tem a questão de Taiwan. A Coréia do Norte tem mísseis e armas nucleares. A única maneira de sobreviver é se aliar aos EUA.”
“Antes das reformas de Koizumi, dizia-se que o Japão viraria uma Suíça: rico, próspero e irrelevante.”
Aquele primeiro-ministro conseguiu superar uma década de estagnação: “Há um ano e meio atrás, o balanço dos empréstimos bancários tornou-se positivo. As grandes companhias estão lucrando muito mais. Há uma recuperação nas grandes cidades e um desequilíbrio em relação às pequenas cidades.”
O problema mais sério para o futuro é o envelhecimento e o declínio da população.
Das 500 maiores empresas da lista Global Fortune, o Japão é segundo, com 67, atrás dos EUA com 162, da França com 38 e da Alemanha, com 37.
Para manter sua importância, o Japão aposta em novas tecnologias:
• sistemas de tráfego com sensores advertindo os motoristas para objetos que não estejam vendo, distribuídos em todo o sistema de tráfego;
• robôs humanóides não só para a indústria;
• robôs para dar informações;
• novas tecnologias para combater problemas ambientais, com um grandes investimentos na pesquisa de carros elétricos.
A força da economia do Japão vem também de pequenas e médias empresas, diz Okamoto: “A Nippura faz todos os painéis laminados de acrílico do mundo. Tem 100% do mercado. Isso você não vê na China e na Coréia”.
Dois dias no Brasil foram suficientes para o professor sentir o vigor e o dinamismo da economia brasileira, e “a natureza complementar da nossas economias”.
Okamoto entende que chegou a hora de retomar a colaboração dos anos 60 e 70: “Antes de vir, encontrei muitos líderes empresariais. Eles têm grandes aspirações em relação ao Brasil. Vêem o Brasil como diferente dos outros BRICs”, sigla criada pelo banco de investimentos Goldman Sachs para falar das grandes potências emergentes: Brasil, Rússia, Índia e China.
“O Brasil tem estabilidade política, recursos naturais e mais confiabilidade nas pessoas para fazer negócios. É um verdadeiro parceiro”, proclamou o assessor japonês. Queremos cooperar em agricultura, aperfeiçoar a cultura da cana-de-açúcar. O Brasil é um grande produtor de soja, que se transforma numa infinidade de produtos. Muitas tecnologias são transferíveis. Podemos começar por aí.”
NOTAS
• O presidente da Rússia, Vladimir Putin, indicou o vice-primeiro-ministro Dimitri Medvedev, liberal e pró-Ocidente, como candidato oficial do Kremlin na eleição presidencial de março do próximo ano.
• Cuba assinou surpreendentemente documentos das Nações Unidas prometendo liberdade de expressão e o direito de viajar ao exterior.
• Ao receber o Prêmio Nobel da Paz 2007 junto com o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, por seu ativismo contra o aquecimento global, o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore Jr. criticou seu país e a China. Esses dois países, os maiores poluidores do mundo, resistem a adoção de metas rígidas de redução de emissões no acordo que começa a ser negociado na 13ª Conferência sobre Mudança do Clima, em Bali, na Indonésia, para substituir o Protocolo de Quioto a partir de 2013.
• O Federal Reserve Board, banco central dos EUA, deve cortar a taxa básica de juros da maior economia do mundo nesta terça-feira, 11 de dezembro, em 0,25 ponto percentual, para 4,25% ao ano.
• Irã e China fecharam um contrato de petróleo no valor de US$ 2 bilhões.
• O governo do Iraque fez um apelo aos EUA para que dialoguem com a Síria e o Irã, argumentando que esses países estão colaborando para estabilizar o Iraque.
• Brasil, Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai, Venezuela e Uruguai criaram no domingo, 9 de dezembro de 2007, em Buenos Aires, o Banco do Sul, uma agência de desenvolvimento regional para financiar projetos sem passar por instituições multilaterais como o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial.
                                Fonte: baguete.com.br

Modernidade e tecnologia no Japão

O Japão é um dos principais países desenvolvedores de tecnologia do mundo, onde suas pesquisas, inovações, modernidades surpreendem á todos.
O país cresce bastante com tanta tecnologia e expande seus produtos cada vez mais para várias nações, a área da robótica é uma das principais atividades desenvolvidas nesse país da Ásia Oriental.
Muitas pessoas têm como pensamento irem para Japão para se dar bem, mas apesar dos ramos de tecnologia ser superiores acima da média, os empregos oferecidos a pessoas de outros países que vão para lá, são bastante inferiores, a essa área tão bem desenvolvida.
A tecnologia do Japão está voltada para aparelhos eletrônicos, robótica, etc, onde os japoneses se empenham e muito para desenvolverem produtos de qualidade com tecnologia de ponta.
Fonte: guiadicas.com
                        

Após tsunami, radiação aumenta 4 mil vezes em usina japonesa

Os níveis de radiação dentro da usina nuclear de Fukushima Daiichi, danificada pelo terremoto desta sexta-feira, aumentaram quatro mil vezes, de acordo com o governo japonês. Foi ordenada a evacuação em massa de mais de três mil pessoas, por temores de possíveis vazamentos na usina a 270 km a nordeste de Tóquio.
A pressão dentro de um dos seis Reatores de Água Fervente (BWRs, na sigla em inglês) na usina aumentou após o sistema de refrigeração ter sido danificado pelo terremoto de magnitude 8,9. O calor produzido pela atividade nuclear dentro do núcleo do reator necessita ser dissipado, mesmo após seu desligamento.
Cerca de três mil moradores das redondezas foram retirados de suas casas. Se o dano no sistema de resfriamento persistir, há a possibilidade de a radiação vazar no meio-ambiente e, no pior cenário, causar o derretimento do reator.
Autoridades japonesas afirmaram que podem deliberadamente liberar um pouco de radiação para aliviar a pressão. O governo decretou estado de emergência na região.
Os EUA negaram relatos de que haviam fornecido um sistema de resfriamento ao governo japonês. Um pequeno incêndio na usina foi controlado em duas horas. Ocorreu um incêndio também em outra usina, de Onagawa, que levou oito horas para ser controlado.

Tsunami - Cães a espera de resgate

                                                                Tsunami - Cães a espera de resgate                                                   



Líderes do Japão, Coreia e China visitam Fukushima

Os líderes do Japão, China e Coreia do Sul se reuniram neste sábado para demonstrar empenho conjunto após o terremoto no Japão e recuperação do país, enquanto buscam minimizar o desconforto e as divergências sobre como o governo japonês conduziu a crise nuclear. Antes da reunião de cúpula trilateral, os líderes se encontraram na cidade de Fukushima, a apenas 40 milhas (60 quilômetros) da usina nuclear de Fukushima Dai-ichi, que sofreu graves danos após o terremoto do dia 11 de março.


O terremoto e o subsequente tsunami que atingiu o país deixaram mais de 24.000 pessoas mortas ou desaparecidas e desencadearam a crise ainda em andamento na usina de Fukushima Dai-ichi. A China e a Coreia do Sul têm se mostrado críticos em relação à resposta do Japão à crise nuclear, particularmente sobre a divulgação de dados de radiação no oceano e monitoramento de exportações de alimentos contaminados.

O Japão espera que a visita dos dois líderes ajude a amenizar as preocupações e as restrições às importações de produtos japoneses. O encontro deve ter como foco a crise nuclear e as discussões sobre a maneira como cada país pode ajudar na recuperação japonesa. Em um aceno de boa vontade para os fazendeiros locais, os três líderes mostraram cerejas, tomares, morangos e pepinos cultivados em Fukushima. "Foi minha decisão vir para Fukushima", disse o primeiro-ministro da China, Wen Jiabao. "Eu vim aqui em nome de todo o povo chinês." Ele sugeriu que as restrições a importações podem ser aliviadas se a segurança for garantida, segundo informou a imprensa japonesa.

O governo japonês pretendia realizar a abertura formal da cúpula em Fukushima, mas o plano foi desfeito por causa de questões logísticas. Em vez disso, os líderes visitaram um centro de evacuação em Fukushima e depois seguiram para Tóquio, onde participaram de um acolhedor banquete.

O presidente sul-coreano Lee Myung-bak aterrissou na cidade de Sendai na manhã de sábado (horário local) e seguiu diretamente para as áreas devastadas, depositando uma coroa de flores e rezando em silêncio. Wen chegou mais tarde e também cumpriu uma programação semelhante. O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, uniu-se a eles na tarde de sábado. As conversas de cúpula, assim como encontros bilaterais, ocorrerão neste domingo em Tóquio. As informações são da Associated Press.
                                                                   Fonte: estadao.com.br

Após terremoto, FIVB confirma Grand Prix no Japão

A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) confirmou neste sábado que vai manter no Japão a disputa de algumas partidas do Grand Prix deste ano, em agosto. A entidade garantiu que os estragos causados pelo terremoto seguido de tsunami que atingiu o país, em março, não prejudicará a disputa do torneio feminino de seleções.


A confirmação da sede do Grand Prix foi anunciado após uma reunião com dirigentes japoneses, que assegurou as disputas nas cidades de Tóquio e Komaki. Segundo o vice-presidente da FIVB, Theofanis Tsiokris, o país-sede garantiu "segurança total para atletas e dirigentes".

A cidade de Komaki receberá partidas do próprio Japão, Estados Unidos, Sérvia e República Dominicana, entre os dias 12 e 14, enquanto Tóquio será sede de jogos envolvendo também a Sérvia, Coreia do Sul e Rússia, entre 19 e 21 de agosto.

O Grand Prix será disputado entre os dias 5 e 21, com as finais em Macau, na China, entre 24 e 28. A seleção brasileira jogará na Coreia do Sul, Casaquistão e Tailândia.

Neste domingo, a FIVB vai decidir se manterá o Japão como país-sede da Copa do Mundo, masculina e feminina, que serão disputadas em novembro deste ano.
                                                Fonte: estadao.com.br