segunda-feira, 23 de maio de 2011

Modernidade e tecnologia no Japão

O Japão é um dos principais países desenvolvedores de tecnologia do mundo, onde suas pesquisas, inovações, modernidades surpreendem á todos.
O país cresce bastante com tanta tecnologia e expande seus produtos cada vez mais para várias nações, a área da robótica é uma das principais atividades desenvolvidas nesse país da Ásia Oriental.
Muitas pessoas têm como pensamento irem para Japão para se dar bem, mas apesar dos ramos de tecnologia ser superiores acima da média, os empregos oferecidos a pessoas de outros países que vão para lá, são bastante inferiores, a essa área tão bem desenvolvida.
A tecnologia do Japão está voltada para aparelhos eletrônicos, robótica, etc, onde os japoneses se empenham e muito para desenvolverem produtos de qualidade com tecnologia de ponta.
Fonte: guiadicas.com
                        

Após tsunami, radiação aumenta 4 mil vezes em usina japonesa

Os níveis de radiação dentro da usina nuclear de Fukushima Daiichi, danificada pelo terremoto desta sexta-feira, aumentaram quatro mil vezes, de acordo com o governo japonês. Foi ordenada a evacuação em massa de mais de três mil pessoas, por temores de possíveis vazamentos na usina a 270 km a nordeste de Tóquio.
A pressão dentro de um dos seis Reatores de Água Fervente (BWRs, na sigla em inglês) na usina aumentou após o sistema de refrigeração ter sido danificado pelo terremoto de magnitude 8,9. O calor produzido pela atividade nuclear dentro do núcleo do reator necessita ser dissipado, mesmo após seu desligamento.
Cerca de três mil moradores das redondezas foram retirados de suas casas. Se o dano no sistema de resfriamento persistir, há a possibilidade de a radiação vazar no meio-ambiente e, no pior cenário, causar o derretimento do reator.
Autoridades japonesas afirmaram que podem deliberadamente liberar um pouco de radiação para aliviar a pressão. O governo decretou estado de emergência na região.
Os EUA negaram relatos de que haviam fornecido um sistema de resfriamento ao governo japonês. Um pequeno incêndio na usina foi controlado em duas horas. Ocorreu um incêndio também em outra usina, de Onagawa, que levou oito horas para ser controlado.

Tsunami - Cães a espera de resgate

                                                                Tsunami - Cães a espera de resgate                                                   



Líderes do Japão, Coreia e China visitam Fukushima

Os líderes do Japão, China e Coreia do Sul se reuniram neste sábado para demonstrar empenho conjunto após o terremoto no Japão e recuperação do país, enquanto buscam minimizar o desconforto e as divergências sobre como o governo japonês conduziu a crise nuclear. Antes da reunião de cúpula trilateral, os líderes se encontraram na cidade de Fukushima, a apenas 40 milhas (60 quilômetros) da usina nuclear de Fukushima Dai-ichi, que sofreu graves danos após o terremoto do dia 11 de março.


O terremoto e o subsequente tsunami que atingiu o país deixaram mais de 24.000 pessoas mortas ou desaparecidas e desencadearam a crise ainda em andamento na usina de Fukushima Dai-ichi. A China e a Coreia do Sul têm se mostrado críticos em relação à resposta do Japão à crise nuclear, particularmente sobre a divulgação de dados de radiação no oceano e monitoramento de exportações de alimentos contaminados.

O Japão espera que a visita dos dois líderes ajude a amenizar as preocupações e as restrições às importações de produtos japoneses. O encontro deve ter como foco a crise nuclear e as discussões sobre a maneira como cada país pode ajudar na recuperação japonesa. Em um aceno de boa vontade para os fazendeiros locais, os três líderes mostraram cerejas, tomares, morangos e pepinos cultivados em Fukushima. "Foi minha decisão vir para Fukushima", disse o primeiro-ministro da China, Wen Jiabao. "Eu vim aqui em nome de todo o povo chinês." Ele sugeriu que as restrições a importações podem ser aliviadas se a segurança for garantida, segundo informou a imprensa japonesa.

O governo japonês pretendia realizar a abertura formal da cúpula em Fukushima, mas o plano foi desfeito por causa de questões logísticas. Em vez disso, os líderes visitaram um centro de evacuação em Fukushima e depois seguiram para Tóquio, onde participaram de um acolhedor banquete.

O presidente sul-coreano Lee Myung-bak aterrissou na cidade de Sendai na manhã de sábado (horário local) e seguiu diretamente para as áreas devastadas, depositando uma coroa de flores e rezando em silêncio. Wen chegou mais tarde e também cumpriu uma programação semelhante. O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, uniu-se a eles na tarde de sábado. As conversas de cúpula, assim como encontros bilaterais, ocorrerão neste domingo em Tóquio. As informações são da Associated Press.
                                                                   Fonte: estadao.com.br

Após terremoto, FIVB confirma Grand Prix no Japão

A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) confirmou neste sábado que vai manter no Japão a disputa de algumas partidas do Grand Prix deste ano, em agosto. A entidade garantiu que os estragos causados pelo terremoto seguido de tsunami que atingiu o país, em março, não prejudicará a disputa do torneio feminino de seleções.


A confirmação da sede do Grand Prix foi anunciado após uma reunião com dirigentes japoneses, que assegurou as disputas nas cidades de Tóquio e Komaki. Segundo o vice-presidente da FIVB, Theofanis Tsiokris, o país-sede garantiu "segurança total para atletas e dirigentes".

A cidade de Komaki receberá partidas do próprio Japão, Estados Unidos, Sérvia e República Dominicana, entre os dias 12 e 14, enquanto Tóquio será sede de jogos envolvendo também a Sérvia, Coreia do Sul e Rússia, entre 19 e 21 de agosto.

O Grand Prix será disputado entre os dias 5 e 21, com as finais em Macau, na China, entre 24 e 28. A seleção brasileira jogará na Coreia do Sul, Casaquistão e Tailândia.

Neste domingo, a FIVB vai decidir se manterá o Japão como país-sede da Copa do Mundo, masculina e feminina, que serão disputadas em novembro deste ano.
                                                Fonte: estadao.com.br

Barras de combustível de 2 reatores foram danificadas em usina no Japão

As barras de combustível nuclear dos reatores 1 e 2 da usina nuclear japonesa de Fukushuma Daiichi foram parcialmente danificadas, disse nesta quarta-feira (16) a Tokyo Electric Power Co. (TEPCO), que opera a planta.
O dano no reator 1 foi de 70%, e no 2, de 33%. O núcleo dos reatores parece ter derretido parcialmente após a perda das funções de resfriamento, ocorridas na sexta após o terremoto de magnitude 9 seguido de tsunami que atingiu a costa.
O derretimento aumentaria o risco de danos aos reatores e de um possível vazamento nuclear, dizem especialistas.
Um novo incêndio atingiu na manhã desta quarta-feira (16), pelo horário local, o reator 4 da usina de Fukushima Daiichi, no nordeste do Japãox, mas já foi controlado, segundo a Agência Nuclear do Japão.
O fogo começou às 5h45 locais (17h45 de terça-feira no Brasil), segundo um porta-voz da Tokyo Electric Power Co (TEPCO), empresa que administra a usina.
Na véspera, uma explosão de hidrogênio provocou um incêndio no mesmo reator, danificando o teto do prédio que o abriga.
O Exército dos EUA, que colabora com as autoridades japonesas, controlou as chamas.
A instalação nuclear, na província japonesa de Fukushima, foi bastante afetada pelo terremoto de magnitude 9 seguido de tsunami que devastou regiões costeiras japonesas no dia 11.
O tremor e o maremoto danificaram as funções de refrigeração da usina, forçando a TEPCO a usar água do mar para baixar a temperatura dos reatores e liberar o ar radioativo para a atmosfera a fim de reduzir a pressão causada pelo calor.
O reator 4 estava em manutenção no momento do terremoto. Os reatores 1, 2 e 3 também foram afetados. No total, a usina tem seis reatores.
Os responsáveis tentam impedir um acidente mais grave, com grande vazamento radioativo.
A usina fica a 240 km da capital do Japão, Tóquio, onde há temor de contaminação radioativa e os níveis de radiação ficaram dez vezes acima do normal nesta terça.
O nível da radiação também subiu em outras cidades.
Mas a previsão da meteorologia era de que, nesta quarta, os ventos soprassem para o mar, o que pouparia a capital de uma contaminação pior.
Em meio à tensão causada pela crise nuclear, o país continua os trabalhos de resgate de sobreviventes e de corpos nas regiões costeiras devastadas.
O número de mortos oficial passa de 3.300, mas as autoridades estimam que ele possa passar de 10 mil.
O país também enfrenta cortes programados de energia, por conta do desligamento de usinas nucleares.
O objetivo, segundo o governo, é impedir blecautes maiores.
Também há problemas de desabastecimento de provisões, combustível  e nos transportes públicos.

 Fonte: diariodeteresina.com.br

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Japão decide aposentar usina nuclear de Fukushima

Porta-voz japonês confirma que instalações atômicas na cidade não serão utilizadas novamente.


Usina Nuclear de Fukushima Imagem: exame.abril.com.br
O Japão irá desativar o complexo nuclear de Fukushima Daiichi devido ao acidente que afetou as instalações da usina após o terremoto seguido de tsunami do último dia 11, informou neste domingo o porta-voz do Governo japonês, Yukio Edano.
Ele afirmou em sua entrevista diária sobre a crise nuclear que, “observando a situação objetivamente, está claro” que as instalações atômicas de Fukushima não serão novamente utilizadas.
Fukushima Daiichi, no leste do Japão, cerca de 250 quilômetros ao norte de Tóquio, seria fechada logo após as autoridades terem controlado a fuga de material radioativo e a alta temperatura que desestabiliza os núcleos dos reatores.
Esta é a primeira vez que o Governo fala publicamente sobre o futuro da usina, em torno da qual se estabeleceu um perímetro de segurança mínimo de 20 quilômetros. O ministro da Saúde informou que os níveis de radiação da região excederam os padrões considerados seguros.
A central segue sofrendo problemas na maioria de seus seis reatores, mas as unidades 5 e 6 já têm acesso à eletricidade para ativar os sistemas de refrigeração e o reator 2 foi conectado neste domingo à corrente elétrica à espera que possa ser resfriado com suas bombas d’água.
Isto garante certa tranquilidade na usina de Fukushima Daiichi, mas o reator 3 preocupa os especialistas da Tepco – companhia operadora da central -, já que a pressão na parte de contenção do núcleo poderia continuar aumentando.
Por enquanto, a Tepco considera que a pressão se estabilizou e que será liberada pressão para a piscina de supressão na base do reator.
Fonte: Estadão